NO AR
Programa: Jornal da Ponte
Locutor: Clemilto Oliveira e Evandro Corbari

Indaial já conta com UniBox Atacarejo

Nesta quinta-feira (18) a partir das 8h30min a população do Médio Vale do Itajaí ganha a mais nova opção de compra com qualidade e preço baixo, pois inaugura no km 69 da BR 470 no bairro Carijós em Indaial o UniBox Atacarejo.

A rede de supermercado que tem como lema “Aqui Você Economiza Sempre” traz a proposta de atacado e supermercado em um só lugar com vendas no segmento de açougue, padaria, hortifruti, etc.

Em Indaial a estrutura tem espaço com ampla acessibilidade com mais de 160 vagas na área do estacionamento, mais de 70 colaboradores e investimento inicial na ordem de mais de R$ 5,5 milhões.

“Modernizamos-nos, buscando sempre ter qualidade e bom preço para atender nossos clientes, sempre primando pela linha do comercio familiar, assim como no inicio de nossa história no comercio na década de 60 em Laurentino”, diz Ademar Antônio Nardelli sócio da empresa.

O modelo no ramo supermercadista e atacadista foi adotado desde 1986 com o UniBox Dinardelli nascida da Dinardelli Comércio e Distribuição Ltda.

Em 1986 inaugurou a sua primeira loja em Rio do Sul.
Em 02 de Julho de 2013 inaugurou em sede própria um Atacarejo com a bandeira UniBox Dinardelli que é um modelo de supermercado que também vende por atacado.

Em 1987 inaugurou o UniBox Atacadista em Blumenau, que atende o Alto e médio vale com venda em auto serviço.

Em 1998 inaugurou o supermercado em Blumenau no Bairro da Velha. A partir de 2015 começou a atender no formato de Atacarejo no mesmo local.

E nesta quinta-feira será a vez de Indaial receber o UniBox Atacarejo com vendas no Atacado e Varejo.

Judson Lima/Ponte FM
Foto: Judson Lima

Estudo mostra que pelo menos 259 pessoas já morreram tirando selfie

Afogamento e acidente e trânsito são principais causas de morte

A busca pelo ângulo ideal em uma selfie matou ao menos 259 pessoas entre os anos de 2011 e 2017, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Journal of Family Medicine and Primary Care. As informações são da agência ANSA.

A pesquisa, republicada pela Biblioteca Nacional de Medicina nos Estados Unidos, aponta que a maioria das mortes ocorreu em cumes de montanhas, prédios altos e em lagos. Entre as causas mais comuns de morte, estão o afogamento, acidentes de trânsito e quedas. No entanto, morte por animais, choques elétricos e fogo também aparecem constantemente no relatório.

Gavin Zimmerman, de 19 anos, caiu de um penhasco em New South Wales, na Austrália, e morreu em julho deste ano enquanto tirava selfies. Tomer Frankfurter também morreu pela mesma causa, em setembro do ano passado, após cair de 250 metros no Parque Nacional de Yosemite, nos EUA.

Esse compilado de notícias foi a principal fonte do estudo, já que “selfie” nunca está inscrita como causa da morte. Diante disso, os pesquisadores creem que o real número de mortes possa ser maior. Em 2011, foram registradas somente três mortes por selfies, mas o número subiu para 98 em 2016, e 93 em 2017.

Os estudiosos descobriram ainda que mortes relacionadas a selfies são mais comuns na Índia, na Rússia, nos Estados Unidos e no Paquistão, e 72,5% das vítimas são homens. “Acidentes de carro por estarem posando para selfies são relatados como morte por acidente de trânsito”, observou o estudo.

Fonte: Diário Catarinense / Versar

Neném: o guardião do Morro do Cachorro

O cão é o único de uma ninhada com 12 filhotes a permanecer no local

Um dos pontos mais altos de Blumenau, a 760 metros do nível do mar, é guardado por um sobrevivente. Neném, uma mistura de pitbull com vira-lata, monitora de perto todos que chegam ao topo do Morro do Cachorro, no bairro Itoupava Central. Ele não é o responsável pelo nome dado à região, mas sua história ajuda a manter vivos os fatos que resultaram na forma como as pessoas conhecem a localidade. Sua vida, de apenas um ano, é carregada de aventuras, mas também serve de alerta para os recorrentes casos de animais deixados ao longo da estrada que leva ao terceiro ponto mais alto da cidade.

Neném nasceu no pico do morro, filho de uma cachorra que foi deixada lá por um homem que trabalhava na região. O dono foi embora, mas Nena, como era chamada, ficou e teve três crias. Na última delas veio Neném. Muitos de seus irmãos conseguiram um lar, mas ele e mais alguns das ninhadas anteriores não tiveram a mesma sorte. Há três meses, seus últimos companheiros sumiram e agora ele está sozinho.

Hoje o cachorro faz companhia para quem cuida das antenas de transmissão instaladas lá em cima. Tiago Caetano é uma dessas pessoas e tem Neném como fiel escudeiro há cinco meses. Conhece a história do cachorro, por quem tem um carinho especial. As fotos no celular mostram alguns dos momentos juntos e na memória estão lembranças das artes aprontadas pelo cachorro, como morder um ouriço e ser picado por cobra.

O animal recebe atenção especial de quem ganha a vida lá no alto da cidade e é só olhar para perceber o quão bem cuidado está. Animado, brincalhão, forte e de pelo brilhoso, a vida é só alegria para Neném. Uma realidade que muitos cães não vivem, aponta Caetano ao contar que ele e seus colegas já chegaram a abordar pessoas que tentavam abandonar cachorros no local.

Quem mora na área, por vezes, já adotou um deles. Outros ganharam um lar daqueles que foram ao topo do morro apenas para ver a paisagem. É o que conta Elirio Antônio Henkels, outro funcionário que trabalha nas antenas. Ele conheceu Nena, a mãe de Neném, e ajudou a encontrar um lar para alguns dos filhotes.

- Quando o pessoal subia lá para passear eles viam os cachorros, gostavam e aí a gente oferecia. Muitas pessoas adotavam – recorda.

Embora exista quem pense que o nome Morro do Cachorro vem do histórico de abandono de animais no local, a história é um pouco diferente. Contam os periódicos antigos que em 1875 uma cadelinha de um dos membros de uma expedição ao topo da colina fugiu para acompanhar o grupo. Ela estava prenha e ganhou os filhotes no alto do complexo.

Como seria difícil descer com a cria, os recém-nascidos foram abatidos e apenas a mãe voltou à cidade junto com os desbravadores. A história ganhou repercussão e o então Morro da Carolina, como era anteriormente conhecido, se tornou popular por Morro do Cachorro.

ABANDONO DE ANIMAIS É CRIME

Abandono é crime, previsto no Código de Proteção e Bem-Estar Animal de Blumenau, passível de penalização. A problemática, segundo o médico veterinário do Cepread Andre Tombeck, é identificar os autores e reunir provas que comprovem o fato. Para tentar reduzir os índices altos de abandono, o município aposta na conscientização da comunidade para a posse responsável.

Enquanto a prática ainda é comum, a recomendação para quem presenciar animais sendo deixados nas ruas da cidade é ligar para a Ouvidoria da Saúde, no telefone 3381-7770, ou na Ouvidoria Geral da Prefeitura, no 156, opção 2. Se possível, anotar informações que possam contribuir com as investigações, como placa do veículo, e até mesmo fotografar.

Fonte: NSC / Santa

Importunação sexual agora é crime no Brasil

Além da importunação sexual, a nova norma prevê aumento da pena para estupro coletivo e punição a quem divulgar de imagens de estupro, cenas de nudez, sexo ou pornografia, sem o consentimento da vítima

A proposta, que passou pelo Senado em agosto, foi sancionada na segunda-feira, 24, pelo presidente em exercício Dias Toffoli. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) assumiu o cargo na ausência de Michel Temer (MDB). A lei foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça, 25, e já está em vigor.

A sanção é considerada um avanço na luta pelos direitos das mulheres. Isso porque altera um decreto-lei de 1940 do Código Penal.

Além da importunação sexual, a nova norma prevê aumento da pena para estupro coletivo e punição a quem divulgar de imagens de estupro, cenas de nudez, sexo ou pornografia, sem o consentimento da vítima.

Para a advogada Gabriela Souza, temas que estiveram em evidência recentemente como o feminícidio, principalmente após a morte da advogada Tatiane Spitzner, colaboraram para que o projeto fosse levado adiante.

— Acho que a comoção nacional pelos últimos acontecimentos ajudou, sim, a fazer pressão. A gente está em um momento histórico muito importante para a mulher, por diversas razões. É uma amostra de que o direito da mulher está sendo observando, ainda a passos lentos, mas está — pondera.

A advogada Maria Berenice Dias concorda. De acordo com ela, por alterar o Código Penal, o texto pode ser um marco para uma mudança de comportamento dos homens.

— Esse tipo de comportamento é muito comum em grandes aglomerações. Veja em shows, por exemplo. Os homens acham que cabe a eles o movimento de aproximação. Eles são os caçadores! E para alguns deles, o não da mulher não significa não. A palavra da mulher não é respeitada. Agora, com a lei, dá pra dizer que estamos caminhando nesse sentido. O mundo está caminhando, e o Brasil também, a passos lentos, mas está.

O que é importunação sexual?
Conforme o texto, é considerado importunação sexual praticar contra alguém, e sem a autorização, ato libidinoso a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro. A importunação sexual, até hoje, era contravenção, ou seja, só pagava multa. Agora a pena é de um a cinco anos de cadeia.

Com isso, a lei vai tornar crimes casos de homens que se masturbaram e ejacularam em mulheres em ônibus. Um dos episódios de maior repercussão ocorreu em São Paulo, em fevereiro deste ano.

— A lei vai nos ajudar a trabalhar com uma realidade de que sim, existe assédio na rua! É lamentável que isso só seja reconhecido agora, em pleno 2018, mas é o momento de mostrar que é uma situação muito desagradável. Tenho a impressão de que se homem fosse assediado dessa forma, isso já seria crime há muito tempo — considera Gabriela.

Outras leis sancionadas
A lei também prevê pena a quem oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender, distribuir, publicar, ou divulgar, por qualquer meio, vídeo e foto que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável. Estarão sujeitos à mesma pena aqueles que divulgarem cena de sexo ou nudez sem o consentimento da vítima.

— Esses tópicos sobre vazamento e compartilhamento de imagens de estupro também são bem importantes de serem mencionados. Existe um alto índice de suicídio de mulheres que têm suas imagens íntimas expostas e isso preocupa muito. Especialmente adolescentes — observa Gabriela.

A lei aumenta a pena em até dois terços se o crime for praticado por pessoa que mantém ou tenha mantido relação íntima afetiva com a vítima, como namorado, namorada, marido ou esposa. A intenção é evitar casos conhecidos como pornografia de vingança.

Também foi elevada em até dois terços a punição para estupro coletivo, quando envolve duas ou mais pessoas e estupro corretivo, quando o ato é praticado com objetivo de “controlar o comportamento sexual ou social da vítima”.

— O que se pode comemorar é que, cada vez mais, algumas coisas ficaram mais definidas. No momento em que se torna lei, prevê punição. E isso já é um avanço — pondera Maria Berenice.

Fonte: Equipe Versar/Por Rafaella Fraga/ Donna

Ações voluntárias ajudam na recuperação de pacientes em hospitais de Chapecó

Elas são realizadas através de projetos como Doutores RiSonhos e Programa Cão Amor.

Dois projetos em Chapecó, na região Oeste de Santa Catarina, ajudam a melhorar o ambiente e na recuperação de pacientes internados em hospitais da cidade. O Programa Cão Amor promove a visita de animais de estimação em um hospital particular da cidade, já os Doutores RiSonhos fazem visitas afim de levar alegria para as alas de oncologias de outros dois hospitais da cidade.
 

Visitas Pets
 
O Programa Cão Amor, criado pela médica infectologista Carolina Cipriani Ponzi, é realizado no hospital de uma cooperativa da cidade, da qual a médica é diretora hospitalar, desde agosto de 2017.


“O objetivo é realizar a visita por cães a pacientes internados no Hospital Unimed Chapecó, oportunizando momentos de descontração e alegria aos pacientes e seus familiares, e momentos de interação cão-paciente para incentivo à mobilização física, saída do leito, estímulo cognitivo e psicológico”, explica a responsável pelo projeto.


O programa conta com a parceria voluntária de uma escola de adestramento de cães de Chapecó que auxilia na seleção de animais apropriados para a atividade e acompanhamento de todas as atividades.


“Os tutores dos animais recebem orientações quanto às visitas, especialmente em relação ao suporte emocional que por ventura possam necessitar, e também em relação aos cuidados com a segurança física dos pacientes, animais e sua”, explica.

As visitas são realizadas todas as quintas-feiras à tarde por uma dupla de cães, por um período que varia de dez a 15 minutos com o paciente. Os cães vão aos leitos dos pacientes, nas unidades abertas, juntamente com seus tutores.


Carolina explica que são visitados no máximo cinco pacientes e que os animais tomam banho nas 24 horas que antecedem a visita, e tem as patas higienizadas ao entrar no hospital. Também é preciso comprovar boa saúde através de atestado de médico veterinário, e estar em uso de antiparasitário e anti-helmíntico adequados.

Sorrisos e palhaçadas
 
Desde 2012, os Doutores RiSonhos, idealizado por Vinicius Eduardo Bouckhardt, coordenador geral do projeto e interprete do "Dr. Chicote", compartilham sorrisos e alegrias com atividades realizadas em dois hospitais da cidade de Chapecó.
“Vinicius sempre admirou o trabalho realizado pelos Doutores da Alegria no Brasil, uma referência na palhaçaria nos hospitais. Aliando as novas descobertas sobre o palhaço e a experiência que já tinha vivido enquanto colaborador do Hospital Regional do Oeste, Vinicius vislumbrava como esse trabalho poderia contribuir significativamente na humanização das relações dentro do hospital”, conta Michelle Silveira da Silva, diretora artística, produtora e quem dá vida à "Dra. Barrica".


Michelle conta ainda que a partir disso começaram a dar os primeiros passos para a execução do projeto. Como o reconhecimento e a apresentação do mesmo para a instituição, cadastro na Lei Rouanet e articulação do grupo envolvido na realização.
O Projeto Doutores RiSonhos faz visitas nas alas de Quimioterapia e Oncologia no Hospital Regional do Oeste e no Hospital da Criança Augusta Muller Bohner.


“Levamos arte, alegria, bem-estar e qualidade de vida para pessoas que estão internadas e em tratamento nos hospitais públicos de Chapecó. Sabemos também que nossas visitas tem o poder de transformar uma sala de espera silenciosa, tensa, preocupada e cheia de incertezas em um espaço alegre, acolhedor, aquecido, animado e cheio de esperança que se acende com a graça dos palhaços”, destaca Michelle.


Além das visitas, são promovidas oficinas de formação para a comunidade; oficina de capacitação para os colaboradores dos hospitais; oficina de formação continuada dos Doutores formando multiplicadores; qualificação para o grupo; visitas a demais instituições de saúde da cidade e região; criação e apresentação de espetáculo teatral para a comunidade. Todas essas ações são oferecidas de forma gratuita para os interessados.
Atualmente a equipe é formada por "Dra. Barrica (Michelle Silveira da Silva), Dr. Cambito (Daniel Henrique Sagave) e Dr. Chicote (Vinicius Eduardo Bouckhardt)". No mês de outubro o grupo receberá três novos integrantes que estão finalizando o processo de seleção e ingresso na equipe.
 


“Tanto os cães quanto os tutores são devidamente identificados com o uniforme do Programa Cão Amor para as visitas. Ainda, são realizadas atividades coletivas em datas especiais, como dia das Crianças e Natal, com a presença de todos os animais, e também eventualmente as visitas são destinadas exclusivamente aos colaboradores de áreas administrativas do complexo”, destaca.


Podem receber a visita dos cães crianças e adultos. No entanto, é preciso uma autorização do paciente e também do médico assistente, que vai autorizar ou não a visita de acordo com as condições clinicas ou limitações do paciente.


Seis animais participam do Programa de maneira voluntária junto com seus tutores. São eles: Bento (tutora Daniela Domingues de Arruda); Bono (tutora Nuara Maria Sabadin); Xula (tutora Lúcia Franco); Fiona (tutora Fabiana Funk); Tião (tutora Mayra Dal Bianco Sonagli) e Cacau (tutora Mônica Vanzin).

Serviço
 
Programa Cão Amor
 

Início do projeto: agosto de 2017
Contatos: site do projeto
 
Projeto Doutores RiSonhos
 

Início das atividades: 2012
Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou site
Telefones: (49) 98866-4884 / (49) 99918-5765

Fonte: G1 SC


 

MPF quer que Justiça reavalie denúncia contra seis por morte de prefeito durante a ditadura

O Ministério Público Federal em Santa Catarina (MPF-SC) pediu que 7ª Vara da Justiça Federal de Florianópolis reconsidere a denúncia contra seis pessoas pela participação no assassinato do primeiro prefeito de Balneário Camboriú, Higino Pio, morto em 1967 nas dependências da Escola de Aprendizes Marinheiros da Capital, durante a ditadura militar. A juíza Micheli Pollipo rejeitou a denúncia no início do mês, alegando prescrição.

Na decisão, a magistrada também citou a lei da anistia de 1979, que anulou crimes políticos cometidos a partir de 1961.

O procurador da República João Marques Brandão Neto, autor da denúncia, afirma no recurso que a lei de anistia faz referência a crimes políticos que foram punidos ou processados, o que não ocorreu no caso de Higino Pio. O então prefeito de Balneário Camboriú foi levado preso pelos militares no dia 19 de fevereiro de 1969, uma Quarta-feira de Cinzas, sob denúncias de corrupção que nunca foram comprovadas.

O laudo de sua morte, que ocorreu 17 dias depois, afirmava que ele havia cometido suicídio. A versão da ditadura só foi derrubada em definitivo em 2014 pela Comissão Nacional da Verdade, que concluiu que o laudo foi forjado.

O inquérito afirma que não foi possível identificar os responsáveis diretos pelo estrangulamento de Higino Pio, mas conseguiu-se apurar quem determinou o sequestro dele “mantendo-o preso até que confessasse um crime que não cometeu, assumindo o risco de homicídio no cárcere”, de acordo com o MPF.

No recurso, o procurador afirma que há recomendações da Comissão Nacional da Verdade e do Grupo de Trabalho Justiça de Transição, que investiga as violações de direitos humanos cometidas durante a ditadura militar no Brasil, para que a lei de anistia não seja aplicada nesses casos, nem as regras de prescrição _ são considerados casos excepcionais, sujeitos aos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.

“Além de não haver qualquer possibilidade das lideranças da ditadura militar punirem seus agentes que cometeram crimes em nome do regime ditatorial no passado, o presente é farto de exemplos públicos e notórios de que o desejo de impunidade se protrai no tempo por parte de simpatizantes e “herdeiros” da ditadura, que ainda hoje elevam os criminosos à condição de heróis”, afirma Brandão Neto no recurso.

Revisão criminal
O MPF pede ainda que a Justiça reconsidere a absolvição de Higino Pio dos crimes a ele imputados injustamente. Um interventor passou um ano dentro da prefeitura de Balneário Camboriú analisando os gastos e procurando por provas de desvio de conduta, mas não encontrou nada.A juíza alegou, no entanto, que a revisão criminal só poderia ser feita por tribunais superiores.

A denúncia do Ministério Público pede indenização coletiva de R$ 5 milhões a Balneário Camboriú, por parte da União. A procuradoria sugere, no processo, que o recurso indenizatório seja utilizado para construção de um museu, que exponha as obras e a trajetória política do primeiro prefeito.

Entre os denunciados há médicos legistas e peritos que atuaram na época. Os crimes listados incluem sequestro por motivação política, denunciação caluniosa, falso testemunho e falsificação de laudos periciais _ o Ministério Público admite, na denúncia, que as falsificações possam ter sido motivadas por coação moral, “em face do terrorismo do Estado”.

Se o recurso for rejeitado, o MPF pode ainda apelar ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

​Fonte: NSC Total por Dagmara Spautz

Aumenta número de municípios infestados pelo Aedes aegypti em SC

Santa Catarina alcançou número recorde de municípios infestados pelo Aedes aegypti: 74. Nas duas últimas semanas Palhoça passou a fazer parte da lista de cidades nesta condição. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve um incremento de 21,3% no número de municípios infestados pelo mosquito que transmite dengue, zika e ckikungunya, já que na época 61 que faziam parte do grupo.

Os dados são do boletim da  Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC), que também mostra que subiu o número de casos de dengue no Estado. De 51 passou para 53 nas últimas semanas.  A maioria dos casos (33) foram contraídos dentro de SC, sendo 26 em Itapema, seis em Balneário Camboriú e um em Camboriú.  

Febre de chikungunya e zika 
Os números de casos de chikungunya e zika vírus não sofreram alteração em comparação ao último boletim. Até o momento, foram confirmados 13 casos de febre chikungunya em Santa Catarina, sendo que três deles foram contraídos dentro do Estado (dois em Cunha Porã e um em São Miguel do Oeste).  No mesmo período de 2017, foram 31 casos importados (contraídos fora do Estado) e nenhum caso autóctone (dentro do Estado). 

Já em relação ao zika vírus, um caso importado foi confirmado em um morador de Piratuba, no Meio-Oeste, que teria contraído a doença no Mato Grosso.

Até o dia 1º de setembro foram identificados 12.381 focos do mosquito Aedes aegyptiem 153 municípios. Comparado ao mesmo período de 2017, quando foram identificados 8.488 focos em 139 municípios, houve um aumento de 45,9%.

Fonte: Diário Catarinense

Beto Richa, ex-governador do Paraná, é preso em Curitiba

O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSDB) foi preso nesta terça-feira (11), em Curitiba. A esposa do político, Fernanda Richa, e Deonlison Roldo, ex-chefe de gabinete do ex-governador, também foram presos. As informações são do G1.

De acordo com o portal, as três prisões são temporárias, com validade de cinco dias. Os mandados de prisão foram cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).  É uma investigação sobre o programa Patrulha Rural. 

Além disso, Deonilson Rodo foi preso pela Polícia Federal (PF), na 53ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta manhã. A casa onde Beto Richa e Fernanda Richa moram é alvo de busca e apreensão pela Lava Jato. 

 53ª fase da Lava Jato

Foi deflagrada nesta manhã a 53ª fase da Operação Lava Jato que cumpre três mandados de prisão em Curitiba. Mas, até o momento, não se sabe quais são todos os alvos. Batizada de "Piloto", a 53ª etapa da Lava Jato cumpre 36 mandados judiciais em Salvador (BA), São Paulo (SP), Lupianópolis (PR) Colombo (PR) e Curitiba (PR).

O objetivo da investigação é a apuração de suposto pagamento milionário de vantagem indevida no ano de 2014, pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, em favor de agentes públicos e privados no Estado Paraná, em contrapartida ao possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada. As informações são do Estadão.

As condutas investigadas podem configurar, em tese, os delitos de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. O nome dado à operação policial remete a codinome atribuído pela Odebrecht em seus controles de repasses de pagamentos indevidos investigados nesta operação policial.

Os presos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Fonte: Diário Catarinense

Em SC, duas cidades atingem nível alto na sustentabilidade da limpeza urbana

Itapiranga e Braço do Trombudo são destaque. Índice está relacionado à política nacional de resíduos sólidos.

Duas cidades catarinenses atingiram um nível considerado alto de sustentabilidade da limpeza urbana: Braço do Trombudo, no Vale do Itajaí, e Itapiranga, no Oeste, segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana. O índice está relacionado à política nacional de resíduos sólidos.


Desde 2010, todas as cidades do país são obrigadas a dar um destino adequado para o lixo que os moradores produzem. Porém, oito anos depois, poucas foram aquelas que conseguiram.


A política nacional de resíduos sólidos determinou o fim dos lixões a partir de 2014. Porém, 53% das cidades ainda os têm e usam e 24% das casas brasileiras não têm serviço de coleta de lixo.


Das mais de 3,3 mil cidades brasileiras analisadas, apenas 0,02% atingiram o nível considerado muito alto no índice de sustentabilidade da limpeza urbana. Além das catarinenses, só existem outras três no mesmo patamar: Marau (RS), Sapucaí-Mirim (MG) e Presidente Lucena (RS).
 

Itapiranga
 
Em Itapiranga, onde atualmente se veem árvores, antes só se via lixo. No local, funcionava o antigo lixão da cidade. Antes de ser desativado, há 14 anos, o líquido do material em decomposição saía do lugar direto para o Rio Uruguai.
Atualmente, os resíduos são levados para um aterro sanitário. Uma mudança que também foi incorporada nos hábitos dos moradores. A dona de casa Elza Borges da Silva separa o lixo orgânico do reciclável na casa dos patrões. "Quando eu comecei aqui, a regra era essa. Daí eu continuei como eles fazem", contou ela.


Com 16 mil habitantes, Itapiranga tem 100% da área urbana tem o lixo recolhido. E no interior, uma vez por mês tem a coleta do material reciclável.
"Com relação a prazo que a política nacional exigiu, o município atendeu, que é coleta seletiva, extinção do lixão. Mas tem situações da política que a gente precisa avançar e debater, uma delas é essa questão da compostagem", afirmou o engenheiro sanitarista e ambiental de Itapiranga, Maciel Welter.

Separar o lixo corretamente é essencial, não custa nada e facilita a vida de quem trabalha com isso, seja desde a coleta até a reciclagem. "Cada um que incentivar os filhos, que incentivar os jovens, os pais, o que às vezes é mais difícil. Mas vamos nós, vamos colaborar com o nosso meio ambiente", disse a dona de casa Rosane Ruhoff Walhe.

Fonte: G1 SC

Ao Vivo

Trânsito Agora

Tempo