NO AR
Programa: Tarde Total
Locutor: Evandro Corbari

Com valor de mais de R$ 19 bilhões, dívida pública de SC é desafio para futuro governo do estado

Valor é quase 90% da arrecadação anual catarinense.

A dívida pública catarinense ultrapassa os R$ 19 bilhões. Esse valor representa quase 90% dos R$ 21,5 bilhões de arrecadação que o estado consegue em um ano. A administração da dívida pública, portanto, será um desafio para o próximo governo catarinense.


A primeira vez que o governo de Santa Catarina pediu dinheiro emprestado foi em 1922, para a construção da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis. Ela era cara demais para ser feita apenas com o dinheiro dos impostos.


Desde então, pedir dinheiro emprestado virou o jeito mais usado para construir estradas e hospitais, por exemplo.
Mas, assim como o cidadão catarinense, se o governo tiver muitas dívidas, pode sobrar pouco dinheiro para aquilo que é essencial.
"Não é normal para uma família, nem para uma empresa, muito menos para um ente", disse o mestre em economia Álvaro da Luz sobre a comparação entre o valor da dívida e a arrecadação do estado.


"Se eu devo praticamente a minha receita total do ano, minha capacidade de investimento é muito baixa. Isto se não ela praticamente deixa de existir", afirmou o doutor em administração pública José Francisco Salm Júnior.
 

Credores e juros
 
Os credores de Santa Catarina são o governo federal e bancos. Atualmente, o governo do estado gasta perto de R$ 100 milhões por mês para pagar as dívidas com eles. Porém, apenas 27% desse valor vai para diminuir a dívida. O restante é para pagamento de juros.


Na opinião do mestre em economia, o próximo governo deve continuar negociando. "É você procurar alguns credores, por exemeplo o BNDES, que tem algo em torno de R$ 6,5, 7 bilhões, e procurar repactuação, alongar esta dívida", disse Álvaro da Luz.


Já o especialista em administração pública acredita que os outros poderes deveriam abrir mão de parte da fatia deles no orçamento. "Um governador com habilidade é capaz de reunir os poderes e discutir estas questões, se o estado se encontrar numa situação que não possa mais honrar seus compromissos", declarou José Francisco Salm Júnior.

De qualquer forma, os especialistas acham que nada disso vai resolver de uma vez o problema da dívida. Para eles, é preciso arrecadar mais, movimentar a economia para que mais impostos sejam pagos e sobre dinheiro para pagar parcelas maiores da dívida, mesmo com a economia em crise.


Eles sugerem atrair investimentos, buscar parcerias público-privadas com empresas que têm dinheiro para investir. "É muito claro que os investidores internacionais gostariam muito de participar do crescimento e desenvolvimento de Santa Catarina. É um estado com mão de obra qualificada", afirmou Álvaro da Luz.


Também sugerem diminuir a isenção fiscal. Atualmente, são quase R$ 6 bilhões de que o governo abre mão, sem ter nenhuma prova de que as empresas beneficiadas geram empregos ou desenvolvem a economia.


"Renúncia fiscal tem que ser reestudada porque ela não faz sentido se ela não for propulsora de uma maior arrecadação", disse José Francisco Salm Júnior.

Fonte: G1 SC

Adotado por artista de rua e transportado em mochila, gato chama a atenção em Florianópolis

Bichano ganhou o nome de Catuaba e já viajou para quatro cidades catarinenses.

Um gato que circula por Florianópolis com a carinha para fora da mochila do seu tutor, ou em pé sobre seus ombros, chama atenção de moradores e turistas. Catuaba, como é chamado o bichano, brinca no canteiro dos sinais, enquanto seu "humano" ganha a vida como malabarista de rua.
A parceria entre os dois é tão forte que o felino fez até "mochilão" pelo interior catarinense com o tutor, passando por Brusque, Itajaí, Tijucas e Imbituba.

“Eu o achei na Fortaleza da Barra da Lagoa [na capital] há três meses, faminto, cheio de pulgas e chorando muito. Me apaixonei por ele, dei comida e água, vacinei, dei banho e anti-pulgas. Dentro do ônibus ele fica na minha mochila, senão, ao ar livre”, contou o artista de rua Mauro Cardinali, de 27 anos, mais conhecido como Koko.

Há oito meses na capital catarinense, Koko é argentino, de Rosário. Dois conterrâneos se apresentam com ele nos sinais da capital e se revezam nos cuidados com o gato. “Estou há 9 anos na estrada, já passei por cidades do Uruguai, Bolívia, Paraguai, Chile, acho que não volto mais para casa”, afirmou.
A partir de agora, Koko não pretende ir a parte alguma sem o felino. “Nossa próxima parada deve ser Rio de Janeiro e a Bahia. Catuaba vai com a gente, claro”, afirmou.

Fonte: G1 SC

Universidades de SC acompanham discussão sobre rumos do ensino superior no Brasil

Conselho da Capes emitiu nota dizendo que quase 200 mil bolsistas podem ficar sem bolsa se orçamento de 2019 sofrer corte. MEC diz que pagamento de bolsas não será suspenso.

As universidades catarinenses acompanham com preocupação uma discussão sobre os rumos do ensino superior no Brasil. Esta semana, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão que incentiva a pesquisa e concede bolsas de estudo, emitiu uma nota falando que a previsão de cortes no Ministério da Educação podem fazer com que quase 200 mil acadêmicos fiquem sem bolsas.
Por nota, o Ministério da Educação diz que não haverá suspensão do pagamento das bolsas da Capes. Mas diz que está discutindo medidas estruturantes para a área da educação, bem como o orçamento pro próximo ano.
 

Udesc
 
Sem as pesquisas da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), os vinhos de São Joaquim, na Serra, não teriam tanto renome e não desenvolveriam a economia da cidade.
"Por meio da educação, via pesquisa, a inovação, a ciência e a tecnologia é que com certeza o Brasil vai poder virar a chave da condição atual em que se encontra", afirmou o reitor da universidade, Marcus Tomasi.
A Udesc tem 418 pesquisadores de mestrado e doutorado que são pagos pela Capes. E não só a essa instituição foi pega de surpresa.
 

UFSC
 
Nenhuma universidade faz mais pesquisa no estado do que a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). E ninguém financia tantas bolsas na instituição do que a Capes: são mais de 2,1 mil. Três em cada quatro pesquisadores dependem desse dinheiro pra sobreviver.
A ex-bolsista da Capes Juliana Zanatto terminou em junho a pesquisa de mestrado. Ela desenvolveu um composto poderoso no combate à dengue. E só conseguiu porque ganhava uma bolsa de R$ 1,5 mil por mês.
"Infelizmente, não é todo mundo que tem acesso, justamente por causa das limitações de bolsas, que já são poucas. Ainda mais com esse corte, então a pesquisa vai acabar definitivamente no Brasil", afirmou a ex-bolsista.

Normalmente, universidades buscam dinheiro de fora pra pagar os pesquisadores. Em empresas privadas e órgãos públicos como a própria Capes, por exemplo. O dinheiro do orçamento próprio, não dá pra muitas bolsas.


"A gente consegue sobrepor uma fração muito pequena disso. Ou seja, nós não vamos conseguir de outras formas", afirmou o pró-reitor de Pós-Graduação da UFSC, Hugo Soares.
A UFSC também não sabe ainda quantas bolsas pode perder com o corte. E tem um legado de respeito a que a economia de Florianópolis deve, e muito.
Foi em laboratórios da universidade que o cultivo de ostras e o setor de tecnologia começaram a ser pensados, nos anos 1990
A três anos e meio de terminar o doutorado, a bolsista da Capes Monique Juna Lopes pode perder a bolsa de R$ 2,2 mil e o sonho de conseguir o grau máximo dos cientistas.


"Teria que abandonar a pesquisa. Teria que ir para a indústria, que é um campo que requer muito tempo do trabalhador. E a pesquisa não dá para conciliar, porque ela também requer muito tempo e muita dedicação", disse a bolsista.

Fonte: G1 SC

Baleia juvenil de 7 metros é encontrada morta na praia dos Ingleses em Florianópolis

O animal da espécie baleia-de-Bryde foi empurrado pelas ondas até a areia da praia e que fica no Norte da Ilha e foi encontrado por banhistas.

Uma baleia juvenil da espécie baleia-de-Bryde foi encontrada morta na manhã deste domingo (5) na Praia dos Ingleses, em Florianópolis. O animal, que mede em torno de 7 metros, foi empurrado pelas ondas até a areia da praia do Norte da Ilha e foi encontrado por banhistas.


Conforme a Associação R3 Animal junto ao Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), uma equipe de campo está no local para avaliar a situação e também fazer necropsia do animal.


Além disso, os técnicos vão coletar amostras biológicas para descobrir o que causou a morte.

Fonte: G1 SC

 

Confira lote por lote como estão as obras de duplicação da BR-470, no Vale do Itajaí

Confira lote por lote como estão as obras de duplicação da BR-470, no Vale do Itajaí

A obra de duplicação da BR-470 começou em 2013. De lá para cá, porém, pouco evoluiu. Confira como estão os trabalhos, conforme dados do DNIT:

Lote 1: do km 0,00 ao km 18,61, entre Navegantes e Ilhota

Consórcio diminuiu o ritmo após problemas internos e desconfiança sobre garantia de recursos para a obra, mas segundo o superintendente os serviços estão em andamento. Plano de entregar trecho já duplicado entre a BR-101 e o aeroporto agora é considerado pouco provável. A projeção é de que a conclusão destes quilômetros ocorra no início de 2019. Este ano devem ser aplicados cerca de R$ 70 milhões neste segmento.

Evolução: 40% de conclusão

Lote 2: do km 18,61 ao km 44,87, entre Ilhota e Gaspar

É o lote mais avançado da obra e segue com obras na pista e em viadutos. DNIT espera liberar oito quilômetros duplicados até outubro e, de outubro a dezembro, trabalhar na revitalização da pista existente. Devem ser aplicados este ano cerca de R$ 68 milhões com verba do orçamento de 2018, com possibilidade de suplementação de recursos.

Evolução: 63,5% de conclusão

Lote 3: do km 44,87 ao km 57,78, entre Gaspar e Blumenau

Contrato reativado em 20 de março deste ano. Em dezembro de 2017, foram desapropriados 34 imóveis que viabilizaram o início das obras dos viadutos da Mafisa e Badenfurt. O primeiro está em execução, o segundo passará por mudanças no projeto a pedido da comunidade. O viaduto será feito com pilares em vez de paredes, o que vai permitir a criação de uma alça de retorno. Deverá ser aplicados este ano o valor existente de Restos a Pagar, de cerca de R$ 27 milhões.

Evolução: 8,28% de conclusão

Lote 4: do km 57,78 ao km 73,18, de Blumenau a Indaial

Contrato ainda não havia sido iniciado em função da necessidade de desapropriações. Segundo o superintendente, agora já há trabalhos de terraplanagem próximo à Havan e na próxima semana técnicos devem visitar proprietários de terrenos para que eles permitam o início dos trabalhos antes das indenizações. A Ordem de Início dos Serviços foi expedida em 11 de abril deste ano e se dispõe de R$ 60 milhões de Restos a Pagar para a obra.

Evolução: 1% de conclusão

Fonte: Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Santa Catarina

Fonte: Santa

Baleia resgatada há 15 anos reaparece no litoral de SC com filhote albino

Dupla foi vista no ano passado, mas a descoberta de que era a mesma fêmea foi feita este ano. Outras duas baleias com filhotes semi-albinos já foram avistadas nesta temporada.

Uma baleia-franca que tinha sido resgatada havia 15 anos em Laguna, no Sul catarinense, reapareceu no litoral do estado com um filhote albino. A mãe e o filhote foram vistos no litoral na temporada passada, mas descoberta de que era a mesma fêmea foi feita este ano pelo Projeto Baleia Franca.

Em 2003, a baleia entrou no canal dos molhes e ficou presa em um banco de areia na Lagoa Santa Marta. Ela foi rebocada até o mar 30 horas depois. Segundo os pesquisadores, ela deve ter desmamado e se perdido da mãe.

Calosidades

Os pesquisadores conseguem distinguir as baleias da espécie franca pelas calosidades que elas têm na cabeça. São calos mesmo, uma pele mais grossa, e em cada uma as manchas são diferentes. Por isso, elas são são como impressões digitais desses animais.

Porém, em 2003 não foi possível fazer uma foto aérea da cabeça do animal encalhado. Mas a baleia tinha uma outra particularidade que chamou a atenção dos pesquisadores: uma mancha cinza no corpo, que não é muito comum.

Quando a bióloga do projeto Karina Groch pegou o material da temporada passada para analisar, descobriu que o filhote resgatado em 2003 voltou em 2017 com um filhote albino. O nome escolhido para a nova mamãe foi "Sunset", pôr do sol em inglês, porque o resgate ocorreu em um fim de tarde.

Como a baleia foi resgatada em 31 de julho, o projeto quer que essa data se torno o Dia Nacional da Baleia Franca. "A ideia depois é oficializar, propor que seja feito um projeto de lei e um decreto que institua oficialmente no Brasil esta data", afirmou a bióloga.
 

Mais filhotes semi-albinos
 
Esses animais vêm todo ano para o litoral catarinense. As baleias costumam aparecer entre julho e novembro para dar à luz e amamentar os filhotes. Neste ano, muitos exemplares já foram vistos, especialmente na região de Imbituba.
Duas baleias-francas com filhotes semi-albinos já apareceram nesta temporada no litoral catarinense. Uma dupla foi vista nesta terça em Imbituba, no Sul.

Fonte: G1 SC

 

Quase 60 aves reabilitadas, entre tucanos e periquitos, são soltas em SC

Animais haviam sido apreendidos pela PM Ambiental ao longo de 2017 e 2018. Foram soltos periquitos, tucanos, tirivas, maitacas e periquitões.

Cinquenta e nove aves de cinco espécies foram soltas na tarde desta terça-feira (24) em São Bento do Sul, no Norte catarinense, após passarem por um período de reabilitação, informou a Associação R3 Animal. Os animais haviam sido apreendidos pela Polícia Militar Ambiental ao longo de 2017 e 2018. Foram soltos periquitos, tucanos, tirivas, maitacas e periquitões, segundo a bióloga Josiele Felli, da associação.

"As aves passaram por um longo período de reabilitação, onde treinaram voo em recintos grandes e passaram por todos os exames necessários. Algumas aves até parearam, ou seja, arrumaram namorado no Cetas [Centro de Triagem de Animais Silvestres]", explicou a bióloga.

Após serem apreendidas, as aves foram reabilitadas pela R3 Animal em parceria com o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Os exames para a soltura foram pagos por uma empresa.

Fonte: G1 SC

 

Idosa comemora aniversário de 101 anos em Itajaí Maria Antônia Pedroza é gaúcha e chegou na cidade de SC há 25 anos. Atualmente, mora em um asilo, onde celebrou mais um ano de vida.

Esta terça-feira (24) foi dia de festa em um asilo de Itajaí. A residente mais velha, Maria Antônia Pedroza, comemorou os 101 anos de idade com direito a bolo e velas. Ela chegou à cidade catarinense há 25 anos, vinda do Rio Grande do Sul.
 

Festa
 
Quem já andou bastante não tem mais pressa. É devagar que a chamada dona Tonha caminha até o bolo. É com calma que ela consegue apagar a velinha depois de algumas tentativas. Aceita ajuda, mas prefere fazer sozinha.
"Caso ela não goste ou alguém não está fazendo do jeito dela, ela vai reclamar!", disse a coordenadora-geral do asilo, Emanuella Caroline Nunes Corrêa.
 

Rebelde
 
Dona Tonha é gaúcha. Não tem filhos, mas encontrou na vida duas protetoras, tipo netas. Ela é a mais experiente do asilo Dom Bosco e talvez, a mais rebelde também.
"Se ela não gosta de uma coisa, ela não faz.Ela não gosta de uma roupa branca, ela não usa", afirmou a neta de criação Claudia Negreiros.
Colega de Tonha, outra moradora do asilo, Valdeci da Silva Berndt, brincou: "Ela é muito legal, mas não mexe com ela que o bicho pega".
No asilo, Tonha casou duas vezes e depois teve mais um namorado. Os três já morreram. Maria Antônia chegou no asilo em 1996, aos 79 anos. Atualmente, ela tem uma dieta equilibrada com ajuda de uma nutricionista, mas não recusa um pedaço de bolo.
 

Nova fase
 
Ela toma apenas um remédio, para controlar a tireoide. Quando tem forró no asilo, ela até arrisca uns passos, mas ultimamente está ficando mais quietinha, aprendendo a viver uma nova fase.
"Ela não consegue mais fazer, então ela tem que aceitar o cuidado que as pessoas podem dar", afirmou a neta de criação Sandra Mari Franz.
Ela enxerga e escuta com dificuldades. Mas tem criatividade de sobra. Se falta memória para lembrar da letra do "Alecrim dourado", improvisa. O importante da música é a alegria com que se canta.

Fonte: G1 SC

Ministério confirma 677 casos de sarampo em seis estados do Brasil

Amazonas e Roraima lideram com maior número de infecções, com 444 e 216 casos, respectivamente.

O Ministério da Saúde atualizou o número de casos de sarampo no Brasil: foram 677 casos até esta terça-feira (17) em seis estados: Amazonas, Roraima, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O número de casos em investigação assusta: chegou a 2.724.

Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos da doença, em Roraima e no Amazonas. Segundo o governo, eles estão relacionados à importação de casos de outros países. "Isso ficou comprovado pelo genótipo do vírus (D8) que foi identificado, que é o mesmo que circula na Venezuela", afirma o ministério.

 

A região Norte, como é visto na tabela acima, alavanca o número de casos. O Ministério da Saúde acredita que vá conseguir controlar os surtos, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é importantíssimo para garantir o controle da doença. Juntamente com o sarampo, o país também está atento à circulação e às baixas coberturas vacinais da poliomielite.
 

Sarampo no mundo
 
Nesta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde divulgou uma altano número de casos da doença em todo o mundo. A baixa cobertura vacinal em alguns países, como o Brasil, contribuiu para volta da doença - foram 173.330 casos no planeta, um aumento de 41 mil casos em apenas um ano.
 
Globalmente, 85% das crianças foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra o sarampo no primeiro ano de vida, através dos serviços de saúde de rotina e 67% com uma segunda dose.
Apesar disso, segundo o relatório da OMS, os níveis de cobertura permanecem bem aquém da cobertura de imunização contra o sarampo recomendada pela organização, que é de pelo menos 95% para evitar surtos, evitar mortes evitáveis ​​e alcançar metas de eliminação regional.

Fonte: G1 SC

Ao Vivo

Trânsito Agora

Tempo